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SEO e Google31 de julho de 20263 min de leitura

Porque o seu site não aparece no Google — as 5 razões mais frequentes

«Temos um site — porque é que ninguém nos encontra?» É a pergunta que mais ouvimos. A boa notícia: quase sempre são as mesmas cinco causas, e nenhuma é magia. Eis o diagnóstico honesto — da correção de cinco minutos à verdade incómoda.

Resultados do Google com três sites visíveis — o seu aparece apenas tracejado, muito mais abaixo

O Google não mostra o melhor site — mostra aquele que conhece, que consegue ler e que considera a resposta mais adequada. Se o seu não aparece, está a falhar num destes cinco pontos. Vamos vê-los pela ordem em que os deve verificar.

1. O Google não sabe que o seu site existe

A razão mais frequente e a mais rápida de verificar. Escreva no Google: site:oseudominio.pt. Se não aparecer nada, o site não está no índice — para o Google, simplesmente não existe. Causas típicas: o site nunca foi registado na Google Search Console, não há sitemap — ou o clássico: uma etiqueta «noindex» esquecida da fase de desenvolvimento que bloqueia ativamente o Google. Irritante, mas é a melhor notícia deste artigo: resolve-se numa tarde.

2. O seu site é tecnicamente invisível

O Google visita o seu site como um cliente muito impaciente com um telemóvel antigo. Se carrega demasiado devagar, funciona mal no telemóvel ou não tem o cadeado (HTTPS), o Google despromove-o — por muito bom que seja o conteúdo. Autoteste rápido: abra o site no seu próprio telemóvel, com dados móveis. Se está à espera, o Google não está.

Cinco blocos numerados do brilhante ao apagado — as cinco razões, da mais rápida à mais lenta de resolver
As razões 1–2 resolvem-se muitas vezes em dias, 3–4 em semanas — a 5 leva meses

3. Os seus conteúdos não respondem a nenhuma pesquisa

A razão mais subestimada. «Bem-vindo ao nosso site» não posiciona para nada, porque ninguém pesquisa isso. Os seus clientes escrevem perguntas concretas: «eletricista urgência Porto», «limpeza dentária preço», «fisioterapia dor nas costas». Se os seus serviços não estão escritos em lado nenhum com clareza — com páginas próprias, descrições reais, a sua cidade —, o Google não consegue associá-lo a nenhuma dessas pesquisas.

O Google não vende sites. O Google responde a perguntas. Quem não responde a nenhuma pergunta, não é mostrado.

4. Faltam-lhe os sinais locais

Para pesquisas locais («cabeleireiro perto de mim»), o Google apoia-se fortemente no Perfil da Empresa no Google — mais dados da empresa coerentes por toda a web. Um perfil cuidado, com horários corretos, fotos e avaliações respondidas, faz muitas vezes mais pela visibilidade local do que qualquer alteração ao próprio site. O guia ligado mostra como configurá-lo bem.

5. A concorrência é (ainda) mais forte

A verdade incómoda para terminar. O Google confia mais em sites estabelecidos. Antiguidade, conteúdos, menções — são pontos de confiança que se constroem ao longo de meses. Um site novo raramente chega logo ao topo, mesmo fazendo tudo bem. A promessa séria é «ficar visivelmente mais visível» — quem lhe «garante o 1.º lugar» é um sinal de alarme, não uma oferta.

A ordem honesta

Verifique por esta ordem: índice (razão 1, cinco minutos), técnica (razão 2, dias), conteúdos (razão 3, semanas), perfil (razão 4, uma tarde), paciência e conteúdos contínuos (razão 5, meses). O que custa um site que faz tudo isto bem desde o início está no guia honesto de preços — e na chamada gratuita dizemos-lhe exatamente qual dos cinco pontos está a travar o seu site. Mesmo que a resposta seja: nenhum grave.

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SelmaoO estúdio por trás deste blog. Sites para negócios que querem clientes, não compromissos.