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Textos e conversão14 de agosto de 20262 min de leitura

Porque o seu site tem visitas mas não tem pedidos — e como mudar isso

É mais frustrante do que não ter tráfego — as pessoas encontram o seu site, olham e vão embora. Nem chamada, nem e-mail, nada. A boa notícia: este problema repara-se melhor do que quase qualquer outro, porque as causas são surpreendentemente uniformes.

Funil com muitos pontos de visitantes em cima e um único pedido em baixo

Primeiro, vamos garantir que trabalhamos no problema certo: se ninguém chega, tem um problema de visibilidade — isso é outro artigo. Aqui trata-se do segundo caso, mais traiçoeiro: visitas sim, pedidos não. Os números do Google Analytics parecem razoáveis, mas o telefone fica calado.

O problema central: o seu site descreve em vez de guiar

A maioria dos sites empresariais são brochuras digitais: quem somos, desde quando, uma galeria. Tudo verdade, tudo bonito — e tudo responde à pergunta errada. O visitante só se pergunta duas coisas: «Estou no sítio certo?» e «O que faço agora?» Se o seu site não responde à segunda, ele vai-se embora. Não porque a oferta seja má — porque falta o passo seguinte.

Os visitantes raramente abandonam um site por falta de informação — vão-se embora porque ninguém lhes diz o que fazer a seguir.

Os 5 maiores assassinos de pedidos

1. Nenhuma ação clara por página. Cada página precisa de exatamente uma chamada à ação: ligar, reservar ou pedir. Nem cinco opções, nem zero — uma. Quem oferece tudo, não consegue nada.

2. Contactos escondidos. O teste dos 3 segundos: um estranho encontra o seu número de telefone em três segundos? Deve estar visível no cabeçalho — em todas as páginas, sobretudo no telemóvel, onde um toque no número liga diretamente.

Dois wireframes de página comparados: à esquerda uma página brochura sem ação, à direita a mesma página com número visível, botão de ação claro e elementos de confiança
Mesmo conteúdo, outra orientação — à direita, o visitante sabe em segundos o que fazer

3. «Sobre nós» em vez de «eis o que ganha». O primeiro ecrã decide. Tem de dizer o que oferece, para quem — e que problema resolve. A história da empresa pode existir, mas não como abertura.

4. Confiança em falta. Um pedido é um adiantamento de confiança. Fotos reais (nada de banco de imagens), preços compreensíveis ou pelo menos um intervalo honesto, avaliações autênticas — são os sinais que transformam «interessante» em «vou contactá-los». Se faltarem todos, o visitante fica cauteloso.

5. Obstáculos no formulário. Doze campos obrigatórios são um convite à desistência. Nome, contacto, mensagem — um primeiro contacto não precisa de mais. O resto esclarece-se na conversa.

O autoteste de 5 minutos

Abra a sua página inicial como se a visse pela primeira vez: (1) Percebo em cinco segundos o que é oferecido e para quem? (2) Vejo de imediato uma ação clara? (3) Encontro o número de telefone em três segundos? Três sins: o seu problema está noutro lado. Um não: já sabe por onde começar.

A ordem honesta

Um conselho que nos pode custar encomendas, mas é verdade: repare primeiro o caminho até ao pedido, depois a visibilidade. Investir em SEO ou publicidade enquanto o site deixa evaporar os visitantes é comprar tráfego caro para um balde furado. Primeiro vede, depois encha. Se o seu balde está vedado — e qual dos cinco pontos se aplica a si — dizemos-lhe concretamente na chamada gratuita. Mesmo que a resposta seja: está vedado, invista descansado em visibilidade.

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SelmaoO estúdio por trás deste blog. Sites para negócios que querem clientes, não compromissos.